Motivo da colocação
Das pouquíssimas criaturas lendárias antigas que figuram hoje em símbolos oficiais de Estados, com iconografia abundante em dois subcontinentes e inimizade estruturante com as serpentes.
Origem e documentação
Figura das épicas e dos Purāṇas, com iconografia abundante na Índia e no Sudeste Asiático. É uma das poucas criaturas lendárias antigas que figuram hoje em símbolos oficiais de Estados contemporâneos.
Narrativa principal
O episódio central narra a obtenção do néctar da imortalidade para libertar a própria mãe, feito que lhe garante posição junto à divindade como montaria. A inimizade hereditária com as serpentes estrutura muitas narrativas e é representada em inúmeras esculturas.
Variantes e divergências entre fontes
- A forma oscila entre ave completa e figura humanoide com asas e bico.
- Versões budistas e hindus apresentam ênfases distintas.
Fontes desta posição
- , Mahābhārata, tradução de J. A. B. van Buitenen, University of Chicago Press, 1973–1978.
- , Bhāgavata Purāṇa, edições e traduções acadêmicas do corpus purânico, séc. IX–X (redação).
- , Rāmāyaṇa, The Rāmāyaṇa of Vālmīki, editado por Robert P. Goldman, Princeton University Press, 1984–2017.
- , The Met Collection (Open Access), acervo digital, consulta contínua. Acervo