Weird Sea Monsters Monstros Lendários

Bibliografia

Fontes

As 104 referências que sustentam o acervo, organizadas por natureza documental. Cada criatura e cada ranking indicam quais dessas obras foram usadas, de modo que qualquer afirmação possa ser conferida na origem.

Usamos fontes antigas, traduções reconhecidas, obras acadêmicas de consulta e acervos de museus, bibliotecas e universidades.

Não usamos filmes, séries, jogos, quadrinhos ou conteúdo de entretenimento como base histórica. Essas obras podem ser mencionadas quando o assunto é a recepção posterior de uma criatura, mas nunca como evidência sobre o registro antigo. Também não citamos autores, especialistas ou declarações que não constem das obras listadas aqui.

Quando uma criatura é conhecida apenas por coleta folclórica recente, isso é dito com clareza na sua página, e a nota de antiguidade reflete essa condição. O mesmo vale para figuras cuja identificação em iconografia antiga é provável, mas não certa.

32 referências

Fonte antiga

Textos antigos e medievais em que as criaturas aparecem originalmente, citados pela obra e não por edição moderna específica.

  • Aleksandr Afanasiev, Contos Populares Russos, Narodnye russkie skazki, coletânea original, 1855–1863.
  • Anônimo, Bestiário de Aberdeen (MS 24), University of Aberdeen, manuscrito digitalizado, c. 1200. Acervo
  • Anônimo, Bhāgavata Purāṇa, edições e traduções acadêmicas do corpus purânico, séc. IX–X (redação).
  • Anônimo, Bundahishn, compilação zoroastriana em pálavi, edições modernas, séc. IX (redação).
  • Anônimo, Chilam Balam de Chumayel, edições e traduções acadêmicas, séc. XVIII (manuscrito).
  • Anônimo, Örvar-Odds saga, saga lendária islandesa, edições do corpus fornaldarsögur, séc. XIII–XIV.
  • Atribuído a John Mandeville, Livro das Maravilhas do Mundo, The Book of John Mandeville, edições críticas modernas, c. 1357. Relato de viagem compilado, de valor literário.
  • Bernardino de Sahagún, Códice Florentino (Historia general de las cosas de Nueva España), Biblioteca Medicea Laurenziana, Florença; edições fac-similares, séc. XVI.
  • Cláudio Eliano, Da Natureza dos Animais, On the Characteristics of Animals, Loeb Classical Library, séc. II–III d.C.. Compilação de época imperial.
  • Conrad Gessner, Historia animalium, Zurique, 1551–1558.
  • Elsdon Best, Maori Religion and Mythology, Dominion Museum, Wellington, 1924.
  • Erik Pontoppidan, Det første Forsøg paa Norges naturlige Historie, Copenhague, 1752–1753. História natural setecentista; compila relatos orais.
  • Estrabão, Geografia, Geography, Loeb Classical Library, séc. I d.C.. Compilação geográfica greco-romana.
  • Felipe Guaman Poma de Ayala, Nueva crónica y buen gobierno, manuscrito na Biblioteca Real da Dinamarca; edições modernas, c. 1615.
  • Franz Boas, Tsimshian Mythology, Bureau of American Ethnology, Smithsonian Institution, 1916.
  • Guillaume Rondelet, Libri de piscibus marinis, Lyon, 1554.
  • Hans Staden, Duas Viagens ao Brasil, Marburgo; edições brasileiras modernas, 1557.
  • Jean de Léry, Viagem à Terra do Brasil, Histoire d’un voyage faict en la terre du Brésil; edições brasileiras modernas, 1578.
  • José Vieira Couto de Magalhães, O Selvagem, Rio de Janeiro, 1876. Compilação de narrativas em nheengatu com tradução.
  • José de Anchieta, Cartas, informações, fragmentos históricos e sermões, edições da Academia Brasileira de Letras e da Itatiaia, séc. XVI.
  • João Barbosa Rodrigues, Poranduba Amazonense, Rio de Janeiro, 1890.
  • Luciano de Samósata, Uma História Verdadeira, A True Story, Loeb Classical Library, séc. II d.C.. Satírica; não pretende relato factual.
  • Olaus Magnus, Carta Marina, mapa impresso em Veneza; exemplares na Biblioteca da Universidade de Uppsala, 1539.
  • Olaus Magnus, Historia de gentibus septentrionalibus, Roma, 1555.
  • Pausânias, Descrição da Grécia, Description of Greece, Loeb Classical Library, séc. II d.C.. Relato de viagem e topografia sagrada.
  • Pero de Magalhães Gândavo, Tratado da Terra do Brasil / História da Província Santa Cruz, Lisboa; edições fac-similares brasileiras, 1576.
  • Pierre Belon, L’histoire naturelle des estranges poissons marins, Paris, 1551.
  • Plínio, o Velho, História Natural, Natural History, Loeb Classical Library, Harvard University Press, séc. I d.C.. Concluída por volta de 77 d.C..
  • Toriyama Sekien, Gazu Hyakki Yagyō, Edo; exemplares em acervos japoneses e norte-americanos, 1776.
  • Ulisse Aldrovandi, Monstrorum historia, Bolonha, 1642.
  • Walter William Skeat, Malay Magic, Macmillan, 1900.
  • Zakariyā al-Qazwīnī, Kitāb ʿajāʾib al-makhlūqāt (Maravilhas da Criação), manuscritos ilustrados em acervos europeus e do Oriente Médio, séc. XIII.
39 referências

Tradução de referência

Traduções e edições reconhecidas que tornam as fontes acessíveis. Sempre que existe tradução brasileira ou portuguesa de referência, ela é a indicada.

  • Adomnán de Iona, Vita Columbae, Life of St Columba, Penguin Classics, c. 700.
  • Anônimo, A Epopeia de Gilgamesh, The Epic of Gilgamesh, tradução de Andrew George, Penguin Classics, 1999. Versão padrão acádica, II milênio a.C..
  • Anônimo, Avesta, tradução de James Darmesteter, Sacred Books of the East, Oxford, 1880–1887. Corpus zoroastriano.
  • Anônimo, Beowulf, tradução de Seamus Heaney, Faber & Faber, 1999. Manuscrito Nowell Codex, séc. X–XI.
  • Anônimo, Bestiary: MS Bodley 764, tradução de Richard Barber, Boydell Press, 1993. Inglaterra, séc. XIII.
  • Anônimo, Crônica dos Anos Passados, The Russian Primary Chronicle, tradução de Cross e Sherbowitz-Wetzor, Harvard University Press, 1953. Rus de Kiev, séc. XII.
  • Anônimo, Edda Poética, The Poetic Edda, tradução de Carolyne Larrington, Oxford World’s Classics, 2014. Codex Regius, séc. XIII.
  • Anônimo, Kojiki, tradução de Donald L. Philippi, University of Tokyo Press, 1968. Japão, 712.
  • Anônimo, Konungs skuggsjá (O Espelho do Rei), The King’s Mirror, tradução de Laurence M. Larson, American-Scandinavian Foundation, 1917. Noruega, c. 1250.
  • Anônimo, Lebor Gabála Érenn, edição de R. A. S. Macalister, Irish Texts Society, 1938–1956.
  • Anônimo, Livro de Isaías, Bíblia de Jerusalém, Paulus, 2002. Corpus profético hebraico.
  • Anônimo, Livro de Jó, Bíblia de Jerusalém, Paulus, 2002. Texto hebraico de datação discutida.
  • Anônimo, Mabinogi, The Mabinogi and Other Medieval Welsh Tales, tradução de Patrick K. Ford, University of California Press, 1977. País de Gales, manuscritos séc. XIV.
  • Anônimo, Mahābhārata, tradução de J. A. B. van Buitenen, University of Chicago Press, 1973–1978.
  • Anônimo, Nihon Shoki (Nihongi), tradução de W. G. Aston, Japan Society, 1896. Japão, 720.
  • Anônimo, O Livro dos Mortos do Antigo Egito, The Ancient Egyptian Book of the Dead, tradução de Raymond O. Faulkner, British Museum Press, 1985. Compilações do Novo Império.
  • Anônimo, Physiologus, tradução de Michael J. Curley, University of Chicago Press, 1979. Alexandria, séc. II–IV d.C..
  • Anônimo, Popol Vuh, tradução de Dennis Tedlock, Simon & Schuster, 1996. K’iche’, manuscrito colonial.
  • Anônimo, Rig Veda, The Rig Veda, tradução de Wendy Doniger, Penguin Classics, 1981. II milênio a.C..
  • Anônimo, Shanhaijing (Clássico das Montanhas e dos Mares), The Classic of Mountains and Seas, tradução de Anne Birrell, Penguin Classics, 1999. Compilação do período Zhou ao Han.
  • Anônimo, Táin Bó Cúailnge, The Táin, tradução de Thomas Kinsella, Oxford University Press, 1969. Irlanda medieval.
  • Apolônio de Rodes, Argonáuticas, Argonautica, tradução de William H. Race, Loeb Classical Library, Harvard University Press, 2008. Século III a.C..
  • Ferdowsi, Shahnameh (O Livro dos Reis), tradução de Dick Davis, Penguin Classics, 2006. Irã, c. 1010.
  • Giraldo de Barri (Giraldus Cambrensis), Topographia Hibernica, The History and Topography of Ireland, Penguin Classics, c. 1188.
  • Heródoto, Histórias, tradução de Mário da Gama Kury, Editora da UnB, 1988. Século V a.C..
  • Hesíodo, Teogonia, tradução de Jaa Torrano, Iluminuras, 2003. Composição atribuída ao século VII a.C..
  • Homero, Ilíada, tradução de Frederico Lourenço, Penguin-Companhia, 2013. Composição atribuída ao século VIII a.C..
  • Homero, Odisseia, tradução de Trajano Vieira, Editora 34, 2011. Composição atribuída ao século VIII a.C..
  • Isidoro de Sevilha, Etimologias, The Etymologies of Isidore of Seville, tradução de Stephen A. Barney et al., Cambridge University Press, 2006. Hispânia visigótica, séc. VII.
  • James P. Allen, The Ancient Egyptian Pyramid Texts, Society of Biblical Literature, 2005. Textos do Reino Antigo, III milênio a.C..
  • Ovídio, Metamorfoses, tradução de Domingos Lucas Dias, Editora 34, 2017. Concluída por volta do ano 8 d.C..
  • Pseudo-Apolodoro, Biblioteca, The Library of Greek Mythology, tradução de Robin Hard, Oxford World’s Classics, 1997. Compilação de época imperial romana.
  • Saxo Grammaticus, Gesta Danorum, edição de Karsten Friis-Jensen, Oxford Medieval Texts, 2015. Dinamarca, c. 1200.
  • Simon B. Parker (ed.), Ugaritic Narrative Poetry, Society of Biblical Literature, 1997. Tábuas de Ugarit, II milênio a.C..
  • Snorri Sturluson, Edda em Prosa, The Prose Edda, tradução de Jesse L. Byock, Penguin Classics, 2005. Islândia, c. 1220.
  • Snorri Sturluson, Heimskringla, tradução de Alison Finlay e Anthony Faulkes, Viking Society for Northern Research, 2011–2015. Islândia, séc. XIII.
  • Stephanie Dalley (ed.), Myths from Mesopotamia, Oxford World’s Classics, Oxford University Press, 2000. Inclui Enuma Elish, Atrahasis e Anzu.
  • Virgílio, Eneida, tradução de Carlos Alberto Nunes, Editora 34, 2016. Século I a.C..
  • Vālmīki, Rāmāyaṇa, The Rāmāyaṇa of Vālmīki, editado por Robert P. Goldman, Princeton University Press, 1984–2017.
23 referências

Obra de consulta

Obras acadêmicas de consulta: dicionários, estudos comparados, catálogos e monografias usados para contextualizar e datar registros.

  • Carol Rose, Giants, Monsters and Dragons: An Encyclopedia of Folklore, Legend and Myth, W. W. Norton, 2001.
  • Chet Van Duzer, Sea Monsters on Medieval and Renaissance Maps, British Library, 2013.
  • Daniel Ogden, Drakōn: Dragon Myth and Serpent Cult in the Greek and Roman Worlds, Oxford University Press, 2013.
  • Geraldine Pinch, Handbook of Egyptian Mythology, ABC-CLIO, 2002.
  • Harold Scheub, A Dictionary of African Mythology, Oxford University Press, 2000.
  • James MacKillop, Dictionary of Celtic Mythology, Oxford University Press, 1998.
  • Jan Knappert, Myths and Legends of the Swahili, Heinemann, 1970.
  • Jeremy Black e Anthony Green, Gods, Demons and Symbols of Ancient Mesopotamia, British Museum Press, 1992.
  • John Bierhorst, The Mythology of North America, William Morrow, 1985.
  • John Lindow, Norse Mythology: A Guide to Gods, Heroes, Rituals, and Beliefs, Oxford University Press, 2001.
  • Joseph Nigg, Sea Monsters: A Voyage around the World’s Most Beguiling Map, University of Chicago Press, 2013.
  • Lihui Yang e Deming An, Handbook of Chinese Mythology, ABC-CLIO, 2005.
  • Linda J. Ivanits, Russian Folk Belief, M. E. Sharpe, 1989.
  • Luís da Câmara Cascudo, Dicionário do Folclore Brasileiro, Global Editora, 1954 (1ª ed.).
  • Luís da Câmara Cascudo, Geografia dos Mitos Brasileiros, Global Editora, 1947 (1ª ed.).
  • Martha Beckwith, Hawaiian Mythology, Yale University Press, 1940.
  • Mary Miller e Karl Taube, An Illustrated Dictionary of the Gods and Symbols of Ancient Mexico and the Maya, Thames & Hudson, 1993.
  • Michael Dylan Foster, The Book of Yōkai: Mysterious Creatures of Japanese Folklore, University of California Press, 2015.
  • Mike Dixon-Kennedy, Encyclopedia of Russian and Slavic Myth and Legend, ABC-CLIO, 1998.
  • Richard E. Strassberg, A Chinese Bestiary: Strange Creatures from the Guideways through Mountains and Seas, University of California Press, 2002.
  • Richard H. Wilkinson, The Complete Gods and Goddesses of Ancient Egypt, Thames & Hudson, 2003.
  • Rudolf Simek, Dictionary of Northern Mythology, D. S. Brewer, 1993.
  • Timothy Gantz, Early Greek Myth: A Guide to Literary and Artistic Sources, Johns Hopkins University Press, 1993.
10 referências

Acervo institucional

Coleções de museus, bibliotecas e repositórios digitais institucionais onde os objetos e manuscritos citados podem ser consultados.

  • Biblioteca Nacional (Brasil), Biblioteca Nacional Digital, acervo digital, consulta contínua. Acervo
  • Bibliothèque nationale de France, Gallica, biblioteca digital, consulta contínua. Acervo
  • Biodiversity Heritage Library, Acervo de história natural digitalizada, consórcio de bibliotecas, consulta contínua. Acervo
  • British Library, Digitised Manuscripts, acervo digital, consulta contínua. Acervo
  • Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, Acervo e publicações, Universidade de São Paulo, consulta contínua. Acervo
  • Musée du Louvre, Collections, acervo digital, consulta contínua. Acervo
  • Rijksmuseum, Rijksstudio, acervo digital, consulta contínua. Acervo
  • The British Museum, Collection online, acervo digital, consulta contínua. Acervo
  • The Metropolitan Museum of Art, The Met Collection (Open Access), acervo digital, consulta contínua. Acervo
  • Uppsala universitetsbibliotek, Coleções de cartografia histórica, acervo institucional, consulta contínua. Acervo

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