Europa medieval e moderna
Physeter
Também grafado prister e baleia sopradora
Criatura marinha das gravuras renascentistas que afundaria navios lançando colunas de água pelos orifícios da cabeça.
Origem e documentação
Nome derivado do grego para "soprador", aplicado nos tratados renascentistas a criaturas que expelem água. Aqui a fronteira com o animal real é especialmente tênue, já que o comportamento descrito parte da observação de cetáceos.
Narrativa principal
As gravuras mostram a criatura erguida diante de um navio, inundando o casco com jatos verticais, enquanto tripulantes sopram trompas ou disparam canhões para afugentá-la. Os tratados prescrevem essas reações como medidas práticas, o que revela quanto esses livros eram lidos como informação útil e não como ficção.
Variantes e divergências entre fontes
- O termo é usado em tratados distintos para criaturas com atributos diferentes.
- Parte da bibliografia moderna vê nessas figuras representações estilizadas de cetáceos.
Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.
Rankings em que Physeter aparece
A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.
Fontes desta criatura
- , Carta Marina, mapa impresso em Veneza; exemplares na Biblioteca da Universidade de Uppsala, 1539.
- , Historia de gentibus septentrionalibus, Roma, 1555.
- , Historia animalium, Zurique, 1551–1558.
- , Sea Monsters: A Voyage around the World’s Most Beguiling Map, University of Chicago Press, 2013.
Criaturas próximas no acervo
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