Brasil
Mapinguari
Também grafado Mapinguary e Capelobo em algumas áreas
Criatura das matas amazônicas descrita nos relatos como grande, malcheirosa e de couro impenetrável, temida por seringueiros e caçadores.
Origem e documentação
Documentada pela pesquisa folclórica amazônica no século XX, com forte circulação entre seringueiros. As descrições variam muito, o que é típico de tradições vivas de transmissão oral.
Narrativa principal
Os relatos enfatizam o odor insuportável que anuncia sua presença, o grito ouvido a distância e a resistência a tiros. Aparece como explicação para acidentes, desaparecimentos e sons não identificados na floresta. É tratada aqui como narrativa folclórica, sem qualquer pretensão de corresponder a um animal.
Variantes e divergências entre fontes
- Descrições divergem quanto ao número de olhos, ao tamanho e à presença de boca no abdômen.
- Em algumas regiões o nome designa criatura muito diferente, próxima do Capelobo maranhense.
Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.
Rankings em que Mapinguari aparece
A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.
Fontes desta criatura
- , Dicionário do Folclore Brasileiro, Global Editora, 1954 (1ª ed.).
- , Geografia dos Mitos Brasileiros, Global Editora, 1947 (1ª ed.).
Criaturas próximas no acervo
Selecionadas por tradição, ambiente e presença nos mesmos rankings.