Weird Sea Monsters Monstros Lendários

Grécia e Roma

Tritão

Também grafado Triton e tritões

Ser marinho de tronco humano e cauda de peixe, filho de divindades do mar, que anuncia a calma ou a agitação das águas com uma concha.

Greco-romana Marítimo Marinho Híbrido

Origem e documentação

Hesíodo o apresenta como filho de Posêidon e Anfitrite. Com o tempo o nome passa do indivíduo para uma classe de seres marinhos, muito representada em mosaicos e sarcófagos romanos.

Narrativa principal

Nas Argonáuticas, auxilia a expedição a encontrar saída das águas líbias. Em Ovídio, sopra a concha para ordenar o recuo das águas depois do dilúvio. É notável por ser, entre as criaturas marinhas gregas, mais auxiliar que adversária.

Variantes e divergências entre fontes

  • A iconografia romana multiplica os tritões em cortejos marinhos decorativos.
  • Algumas fontes descrevem versões com duas caudas.

Recepção posterior

A forma humano-peixe fixada por essa iconografia influenciou diretamente a imagem europeia de sereias e homens do mar.

Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.

Colocações

Rankings em que Tritão aparece

A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.

Criaturas híbridas das águas: sereias e correlatos

Monstros marinhos · entre 12 posições · Presença muito consistente nas fontes

78,5/100

Criaturas marinhas da mitologia grega

Monstros marinhos · entre 10 posições · Presença muito consistente nas fontes

79,0/100

Bibliografia

Fontes desta criatura

  • Hesíodo, Teogonia, tradução de Jaa Torrano, Iluminuras, 2003. Composição atribuída ao século VII a.C..
  • Apolônio de Rodes, Argonáuticas, Argonautica, tradução de William H. Race, Loeb Classical Library, Harvard University Press, 2008. Século III a.C..
  • Ovídio, Metamorfoses, tradução de Domingos Lucas Dias, Editora 34, 2017. Concluída por volta do ano 8 d.C..
  • The Metropolitan Museum of Art, The Met Collection (Open Access), acervo digital, consulta contínua. Acervo