Origem e documentação
Descrita no Konungs skuggsjá entre as criaturas dos mares da Groenlândia. Diferentemente da sereia mediterrânea, associada ao canto, aqui o traço central é o valor de presságio para a navegação.
Narrativa principal
O tratado relata que sua aparição indicaria mudança de tempo e que o modo como a criatura se movia após emergir seria lido como sinal favorável ou adverso pelos marinheiros. A criatura funciona, no texto, menos como ameaça física do que como instrumento de leitura do mar.
Variantes e divergências entre fontes
- Olaus Magnus registra figuras semelhantes na Carta Marina e na Historia, já em chave renascentista.
- O folclore escandinavo posterior mantém figuras femininas do mar com atributos variáveis.
Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.
Rankings em que Margygr aparece
A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.
Fontes desta criatura
- , Konungs skuggsjá (O Espelho do Rei), The King’s Mirror, tradução de Laurence M. Larson, American-Scandinavian Foundation, 1917. Noruega, c. 1250.
- , Carta Marina, mapa impresso em Veneza; exemplares na Biblioteca da Universidade de Uppsala, 1539.
- , Historia de gentibus septentrionalibus, Roma, 1555.
- , Dictionary of Northern Mythology, D. S. Brewer, 1993.
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