Origem e documentação
Faz parte do catálogo de criaturas marinhas do Konungs skuggsjá, que distingue explicitamente as baleias úteis das criaturas consideradas nocivas. Tradições islandesas posteriores mantiveram nomes desse tipo em uso local.
Narrativa principal
O tratado a descreve como criatura agressiva, que atacaria pessoas no mar e cujo consumo seria proibido ou desaconselhado. A distinção entre criaturas comestíveis e criaturas nocivas é o que torna essa fonte medieval particularmente interessante: ela organiza o mar em termos práticos para quem dele vivia.
Variantes e divergências entre fontes
- O folclore islandês registra vários nomes de "baleias nocivas" com atributos sobrepostos.
- Fontes divergem sobre quais características seriam equinas.
Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.
Rankings em que Hrosshvalr aparece
A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.
Fontes desta criatura
- , Konungs skuggsjá (O Espelho do Rei), The King’s Mirror, tradução de Laurence M. Larson, American-Scandinavian Foundation, 1917. Noruega, c. 1250.
- , Dictionary of Northern Mythology, D. S. Brewer, 1993.
- , Historia de gentibus septentrionalibus, Roma, 1555.
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