Origem e documentação
Não são simplesmente monstros: as fontes mostram casamentos, disputas de sabedoria e alianças entre deuses e jötnar. A tradução usual por "gigantes" empobrece a categoria, que tem mais a ver com anterioridade e alteridade que com tamanho.
Narrativa principal
Vários episódios centrais dependem deles: a construção das muralhas de Ásgard, a recuperação do martelo de Thor, as visitas a Útgardr e os desafios de força e de bebida que Thor perde por meios ilusórios. O confronto final do Ragnarök opõe deuses e jötnar em campo aberto.
Variantes e divergências entre fontes
- Os termos jötunn, thurs e troll se sobrepõem de modo inconsistente nas fontes.
- Algumas figuras, como Skadi, transitam entre as duas famílias por casamento.
Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.
Rankings em que Jötnar aparece
A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.
Fontes desta criatura
- , Edda Poética, The Poetic Edda, tradução de Carolyne Larrington, Oxford World’s Classics, 2014. Codex Regius, séc. XIII.
- , Edda em Prosa, The Prose Edda, tradução de Jesse L. Byock, Penguin Classics, 2005. Islândia, c. 1220.
- , Norse Mythology: A Guide to Gods, Heroes, Rituals, and Beliefs, Oxford University Press, 2001.
- , Dictionary of Northern Mythology, D. S. Brewer, 1993.
Criaturas próximas no acervo
Selecionadas por tradição, ambiente e presença nos mesmos rankings.