Origem e documentação
As Eddas o apresentam como filho de Loki em forma de égua. Pedras pictóricas de Gotland, anteriores aos textos, mostram cavalos com patas múltiplas, o que dá à figura atestação iconográfica mais antiga que a textual.
Narrativa principal
Snorri narra que Sleipnir nasceu do episódio em que Loki, transformado, distraiu o cavalo de um construtor gigante. Odin o usa em viagens entre mundos, e em uma narrativa é ele que leva Hermod ao reino dos mortos para tentar o resgate de Baldr. É montaria, não adversário — exceção no repertório das criaturas nórdicas.
Variantes e divergências entre fontes
- Interpretações das pedras de Gotland divergem quanto à identificação da figura.
- A relação entre o número de patas e práticas rituais é objeto de hipóteses sem consenso.
Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.
Rankings em que Sleipnir aparece
A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.
Fontes desta criatura
- , Edda em Prosa, The Prose Edda, tradução de Jesse L. Byock, Penguin Classics, 2005. Islândia, c. 1220.
- , Edda Poética, The Poetic Edda, tradução de Carolyne Larrington, Oxford World’s Classics, 2014. Codex Regius, séc. XIII.
- , Norse Mythology: A Guide to Gods, Heroes, Rituals, and Beliefs, Oxford University Press, 2001.
- , Dictionary of Northern Mythology, D. S. Brewer, 1993.
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