Origem e documentação
Presente em vários contos das coleções russas do século XIX. Funciona como objeto de desejo que põe a narrativa em movimento, mais que como criatura com biografia própria.
Narrativa principal
O padrão narrativo começa com o roubo de maçãs de um jardim real por uma ave luminosa; a busca por ela conduz o herói a uma sequência de tarefas, viagens e auxiliares. A ave raramente é adversária: é o motivo que organiza toda a estrutura do conto.
Variantes e divergências entre fontes
- O que a ave rouba varia entre maçãs, grãos e outros bens.
- Diferentes contos atribuem a ela poderes de cura e de revelação.
Recepção posterior
A figura ganhou enorme circulação internacional por meio da música e das artes cênicas russas do início do século XX.
Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.
Rankings em que Zhar-ptitsa aparece
A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.
Fontes desta criatura
- , Contos Populares Russos, Narodnye russkie skazki, coletânea original, 1855–1863.
- , Encyclopedia of Russian and Slavic Myth and Legend, ABC-CLIO, 1998.
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