Origem e documentação
Aparece em passagens da literatura épica e em textos posteriores que descrevem o oceano e seus perigos. O nome é formado para indicar magnitude comparativa: o que devora aquilo que já é enorme.
Narrativa principal
As menções ocorrem em descrições do oceano como espaço de escala incomparável, usadas para comunicar imensidão em textos épicos e em narrativas de viagem marítima. Também aparece em relatos budistas sobre travessias, em que navegantes invocam proteção contra criaturas do mar aberto.
Variantes e divergências entre fontes
- Textos distintos apresentam hierarquias diferentes de criaturas marinhas.
- Traduções modernas frequentemente a verteram por baleia, o que altera o sentido do termo.
Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.
Rankings em que Timiṅgila aparece
A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.
Fontes desta criatura
- , Mahābhārata, tradução de J. A. B. van Buitenen, University of Chicago Press, 1973–1978.
- , Bhāgavata Purāṇa, edições e traduções acadêmicas do corpus purânico, séc. IX–X (redação).
Criaturas próximas no acervo
Selecionadas por tradição, ambiente e presença nos mesmos rankings.