Escandinávia e mundo nórdico
Garmr
Também grafado Garm
Cão que uiva preso junto à entrada do mundo dos mortos e que, no Ragnarök, enfrenta o deus Týr.
Origem e documentação
Mencionado em poemas eddicos como guardião acorrentado diante de uma caverna. Ocupa, no norte, a mesma posição estrutural de Cérbero no repertório grego.
Narrativa principal
Seu uivo é anunciado na Völuspá como sinal recorrente de que as amarras do mundo se romperão. No confronto final, ele e Týr se matam mutuamente. O paralelo com o cão guardião grego é discutido pelos estudos de mitologia comparada sem que haja consenso sobre dependência direta.
Variantes e divergências entre fontes
- Parte da crítica identifica Garmr com Fenrir; outra parte os mantém distintos.
- A localização exata da caverna varia entre os poemas.
Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.
Rankings em que Garmr aparece
A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.
Fontes desta criatura
- , Edda Poética, The Poetic Edda, tradução de Carolyne Larrington, Oxford World’s Classics, 2014. Codex Regius, séc. XIII.
- , Edda em Prosa, The Prose Edda, tradução de Jesse L. Byock, Penguin Classics, 2005. Islândia, c. 1220.
- , Dictionary of Northern Mythology, D. S. Brewer, 1993.
- , Norse Mythology: A Guide to Gods, Heroes, Rituals, and Beliefs, Oxford University Press, 2001.
Criaturas próximas no acervo
Selecionadas por tradição, ambiente e presença nos mesmos rankings.