Origem e documentação
Representa o modelo germânico do dragão vigilante de tesouro, o mesmo de Fáfnir, e é uma das primeiras aparições literárias do dragão que voa e lança fogo em língua inglesa.
Narrativa principal
O roubo de um único objeto do túmulo desperta a criatura, que incendeia terras do reino. Beowulf, já velho, a enfrenta com poucos companheiros; a maioria foge. Com auxílio de Wiglaf, a criatura é morta, mas o herói é ferido mortalmente. O poema encerra com funeral e tesouro enterrado outra vez.
Variantes e divergências entre fontes
- Fontes germânicas posteriores desenvolvem o mesmo padrão com nomes distintos.
- A extensão da descrição física é pequena em comparação ao efeito narrativo.
Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.
Rankings em que Dragão de Beowulf aparece
A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.
Fontes desta criatura
- , Beowulf, tradução de Seamus Heaney, Faber & Faber, 1999. Manuscrito Nowell Codex, séc. X–XI.
- , Dictionary of Northern Mythology, D. S. Brewer, 1993.
- , Norse Mythology: A Guide to Gods, Heroes, Rituals, and Beliefs, Oxford University Press, 2001.
Criaturas próximas no acervo
Selecionadas por tradição, ambiente e presença nos mesmos rankings.