Origem e documentação
Menções antigas aparecem já nas crônicas do século VIII, e relatos de capturas circulam ao longo dos séculos, às vezes acompanhados de objetos exibidos como prova em templos e feiras.
Narrativa principal
Os relatos tratam o aparecimento da criatura como sinal: em alguns casos anuncia calamidade, em outros longevidade a quem consumir sua carne. A tradição da monja de longa vida associada a esse consumo é uma das mais difundidas. Objetos montados com partes de animais foram exibidos como espécimes, prática documentada e hoje estudada por museus.
Variantes e divergências entre fontes
- A aparência varia entre figura quase humana e criatura inteiramente ictiforme com rosto.
- Certas tradições locais a associam à proteção da pesca.
Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.
Rankings em que Ningyo aparece
A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.
Fontes desta criatura
- , Nihon Shoki (Nihongi), tradução de W. G. Aston, Japan Society, 1896. Japão, 720.
- , The Book of Yōkai: Mysterious Creatures of Japanese Folklore, University of California Press, 2015.
- , Gazu Hyakki Yagyō, Edo; exemplares em acervos japoneses e norte-americanos, 1776.
- , Collection online, acervo digital, consulta contínua. Acervo
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