Weird Sea Monsters Monstros Lendários

China

Hundun

Também grafado o caos primordial

Figura do caos primordial na tradição chinesa, descrita em algumas fontes como criatura sem feições nem orifícios.

Chinesa Terrestre

Origem e documentação

Aparece em textos filosóficos e em catálogos de criaturas, com sentidos que oscilam entre estado cosmológico e ser concreto. Essa ambiguidade é, em si, o ponto de interesse.

Narrativa principal

Uma narrativa muito citada relata que amigos, querendo beneficiar a figura, abriram nela os orifícios que lhe faltavam, e ela morreu no sétimo dia. A anedota é usada como crítica à intervenção que destrói o que pretende melhorar, exemplo de criatura lendária empregada como argumento filosófico.

Variantes e divergências entre fontes

  • Descrições variam entre saco sem feições, ave e criatura canina.
  • O sentido cosmológico e o narrativo coexistem nas fontes.

Sobre esta página: a descrição acima reproduz o que as fontes indicadas registram sobre uma criatura de narrativa cultural. Nada aqui afirma sua existência, e não atribuímos tamanho, idade, força ou perigo que as fontes não declarem.

Colocações

Rankings em que Hundun aparece

A mesma criatura recebe notas diferentes em rankings diferentes, porque cada lista pondera os critérios de outra maneira. As notas são avaliações editoriais comparativas sobre a documentação disponível. Não são medições, não expressam tamanho, idade, força ou perigo, e não devem ser lidas como dados científicos.

Criaturas lendárias da China

Tradições mitológicas · entre 10 posições · Boa sustentação documental

71,5/100

Bibliografia

Fontes desta criatura

  • Anônimo, Shanhaijing (Clássico das Montanhas e dos Mares), The Classic of Mountains and Seas, tradução de Anne Birrell, Penguin Classics, 1999. Compilação do período Zhou ao Han.
  • Lihui Yang e Deming An, Handbook of Chinese Mythology, ABC-CLIO, 2005.
  • Richard E. Strassberg, A Chinese Bestiary: Strange Creatures from the Guideways through Mountains and Seas, University of California Press, 2002.